A nova trend de verão 2017 é… dançar!

Diversas tendências aparecem durante uma Semana de Moda, seja de looks, cabelos ou make. Porém, nesta temporada de verão 2017, uma trend inesperada apareceu na passarela, que não teem nada a ver com nenhuma destas categorias. Aparentemente, a moda entre as marcas é dançar! Apresentar os desfiles em forma de coreografia, ou com alguma intervenção de dança no meio, foi prática recorrente em passarelas de Nova York, Londres, Milão e Paris.

 

Sandy Liang

Bailarinas fizeram um flashmob na cidade de Nova York enquanto usavam peças da estilista.

 

Molly Goddard

As modelos, após completar a passarela, continuavam dançando no fundo do palco, ao som de música eletrônica.

 

Antonio Marras

Após o desfile, a passarela que misturava o desfile masculino e feminino se tornou um palco para o twist.

 

Tod’s

O dancing mood da Tod’s desta temporada ficou por conta do vídeo de divulgação das bolsas da marca. Eles levaram o termo “jazz hands” (mãos de jazz) para o literal.

 

Dolce & Gabbana

O carnaval da label este ano foi envolto por muita dança. O estilo escolhido? Um mix de breakdance com alguns passos de drag queens!

 

Rabih Kayrouz

O desfile da marca em Paris foi uma apresentação de dança contemporânea.

Stella McCartney

A estilista também colocou suas modelos para dançar na fila final do desfile, em uma coreografia simples e divertida.

 

FONTE: ELLE

 

CONHEÇA MAIS SOBRE A DANÇA ÁRABE

As Danças Árabes são compostas pela Dança do Ventre e Danças Folclóricas Árabes.

Quando procuramos a dança árabe temos um entre dois objetivos: o da profissionalização ou auto-conhecimento.

O primeiro é bem claro, o segundo nem sempre, raras são as vezes em que conseguimos identificar nosso real interesse por esta arte milenar.

A dança árabe é um dos mais poderosos instrumentos de auto-conhecimento e desenvolvimento pessoal para a mulher. Os benefícios são inúmeros, desde elevação da autoestima, resgate da feminilidade, melhora postural, conhecimento do próprio corpo até uma transformação completa!

Não há pré-requisitos como idade, postura ou aparência para frequentar as turmas de danças árabes.

FONTE: SHIVANATARAJ

TIPOS FÍSICOS DO BALLET: SAIBA QUAL O SEU TIPO

Todo bailarino procura atingir a tecnica perfeita e mostrar a qualidade de seu trabalho. Porém, apesar de anos de treinamento, se esquece de sua aparência, do seu tipo físico, muitas vezes, ele nem sequer o conhece! Para que isso não aconteça, daremos algumas dicas:

LONGILÍNEO

Pessoa alta, magra, pouco busto, quadris estreitos, pode usar qualquer modelo de figurino, podendo evitar, naturalmente as listras verticais. Altura entre 1,70 e 1,75m.

LONGILÍNEO MINIATURA

Apresenta as mesmas características do tipo físico anterior, porém com 1,60m de altura.

TRIANGULAR

Pessoas com ombros e bustos pequenos e, quadris avantajados, devem evitar saias rodadas, pregas e cintura marcada.

TRIANGULAR INVERTIDO

Busto desenvolvido, ombros largos e quadris estreitos, os que possuem estas características esquivem-se das saias justas, mangas bufantes, babados na altura do busto e usar devotes em forma de V.

SIMÉTRICO

O tipo que tiver busto e quadris com a mesma medida e a cintura não muito fina, deve fugir das roupas colantes.

NÓRDICO

Altas e fortes, busto e quadris com a mesma medida, cintura não muito fina, com altura acima de 1,68m, não podem usar roupas cheias de detalhes, nem estampas chamativas.

CHEINHO

Linhas bem acentuadas, mas gordinha, não deve vestir roupas que marquem o contorno do corpo e nem listras horizontais.

FONTE: CORPO E DANÇA

VERDADES E MITOS SOBRE A DANÇA DO VENTRE

A dança do ventre é um exercício que, apesar de não gastar tantas calorias quando alguma aula de aeróbico intensa, é bom para o emagrecimento. Ou seja, dança do ventre não dá barriga! Ao contrário, se for praticada da maneira correta, é possível tonificar os músculos, deixar aquela cinturinha de Shakira e ainda gastar 300 calorias por hora.

O véu da Jade

Todo mundo se lembra das roupas da Jade no Clone, né? Mas, por que ela usava um milhão de looks diferentes? E por que pode barriguinha de fora se as mulheres islâmicas costumam se cobrir tanto ao sair na rua?

As roupas da dança do ventre variam conforme a região e o instrumento com que a dançaria exibe a sua performance. Apesar da cultura árabe caminhar junto com o islamismo, no qual as mulheres usam véus para cobrir algumas partes do corpo, isso não quer dizer que elas não sejam vaidosas. Dentro de suas casas, quando praticam a dança do ventre, elas se vestem com as melhores roupas e se enfeitam com muita riqueza e brilho. Inshallah!

Dança do ventre é só para magras

Uma grande mentira é que apenas as mocinhas magrinhas podem dançar. A prática vale para todas as idades e qualquer tipo físico, das magrinhas às encorpadas. Aliás, no Oriente, as dançarinas árabes mais velhas e gordinhas são consideradas as melhores bailarinas, porque já acumularam uma maior experiência de vida para transmitir em sua dança.

Pode acreditar, na Grécia Antiga as meninas mais pobres enrolavam pedaços de pano ao redor do quadril e iam ao mercado dançar para arranjar um casamento. Os pretendentes jogavam as moedas e elas penduravam no pano, ficando assim um cinto de moedas. Como as dançarinas do ventre costumam receber gorjetas dos espectadores, tomaram também esse hábito de colocar moedas nos cintos.

Costume de ciganos?

Por incrível que pareça, os ciganos influenciaram – e muito – a dança do ventre. Os movimentos, o uso da maquiagem e joias, e até mesmo alguns movimentos, são resquícios da miscigenação da cultura cigana com a árabe do Oriente Médio. E, acredite ou não, até o flamenco da Espanha tem descendência da dança do ventre e cigana.

Melhora a autoestima?

Por ser uma prática predominantemente feminina, a dança do ventre é ótima para você que está se sentindo meio down, seja em relação ao seu corpo ou mente. Ao criar uma consciência corporal, os movimentos principalmente com a cintura, os quadris e pernas auxiliam dar um up na autoestima. Retomar a sensualidade e a vaidade perdidas com o tempo é um resultado único que se consegue ao praticar essa dança tão misteriosa e envolvente.

FONTE: CATRACA LIVRE

Venha participar!!!!

Pesquisa avalia o impacto do stiletto dance na autoestima das mulheres

Uma pesquisa de iniciação cientifica do Centro Universitário Central Paulista (Unicep) avalia a qualidade de vida e a autoestima em mulheres praticantes de stiletto dance. Desenvolvido por um estudante de educação física de São Carlos (SP), o estudo foi iniciado em agosto de 2016 e aponta que a dança pode provocar mudanças de comportamento em diferentes ambientes sociais.

Apaixonado por dança e professor de stiletto há três anos, o universitário Jailton Silva contou que escolheu esse tema para a pesquisa depois de perceber alterações nas atitudes de suas alunas.

Pesquisa

A pesquisa, financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), é desenvolvida com 23 alunas de stiletto dance de uma academia da cidade. Elas responderam um questionário sobre qualidade de vida para avaliação da autoestima e, desde então, Silva afirma que notou variações.

As mudanças, segundo o estudante, muitas vezes não são notadas pelas alunas em um primeiro momento. “Elas não percebem logo de cara que mudaram a maquiagem, as roupas, o pensamento e a preocupação quanto ao que a sociedade pensa delas. Hoje em dia, infelizmente, a gente ainda convive com esse massacre da sociedade na figura feminina por ela ser espontânea”.

Empoderamento

Ela ressaltou que a maioria das mulheres que responderam ao questionário é casada, tem filhos, possui vida profissional e lida com as tarefas domésticas, e confirmou que houve uma mudança no perfil delas no decorrer das aulas.

 Orientadora do projeto e aluna de stiletto, Cintia Matiucci contou que era amiga de Silva antes da pesquisa e o incentivou na escolha do tema.

“Quando as aulas de stiletto começaram na academia, fui uma das primeiras a fazer. Eram poucas alunas, depois que a coisa começou a engrenar”, afirmou.

 Agora, com a proximidade do término do estudo, a ideia é publicar as observações verificadas.

“Quando começamos a fazer a pesquisa teórica, descobrimos que na literatura não tem nada. É tudo baseado em revista. Quando fomos para um congresso em São Paulo, encontramos outras pessoas que também fazem pesquisa em dança, mas não há nada publicado. A longo prazo, como orientadora, pretendo que a gente publique esses resultados e contribuia para a área da dança”.

Autoestima

A geógrafa Vanessa de Lima foi uma das mulheres que notaram uma mudança comportamental com a prática da dança.

“Nunca tinha dançado de salto, então cada aula está sendo uma superação. Eu fui notando esse processo de ser menos tímida, de me aceitar um pouco melhor esteticamente. Antigamente, eu vinha para a academia só de legging e camiseta, agora eu uso shorts curto”, relatou.

As mudanças, segundo ela, também extrapolam o ambiente da academia. “A gente sai para dançar, não sente vergonha de dançar em público, em alguma balada ou em casa”, explicou.

FONTE: G1

O grupo de Hip-hop com a flygirl mais idosa do mundo. Porque a idade é apenas um número.

A idade de uma mulher nunca se pergunta, mas estas senhoras, incluindo uma realmente idosa (96 anos) e cuja a mais jovens conta 65 primaveras, demostram que não têm nada de que se envergonhar e o número do nascimento indicado na carteira de identidade não significa nada quando você tem força de vontade, até mesmo quando você deseja dançar hip-hop na terceira idade.

A história por trás desta coreografia é incrível. Billie Jordan, a fundadora, após uma vida de trabalho duro, ela acreditou que tinha realizado o seu grande sonho que era de viver em uma ilha tranquila, sabe, daquelas de filmes americanos, onde tudo é perfeito, onde não se move nem uma folha!? Mas logo, logo ela percebeu que mesmo tudo aquilo não há deixava feliz: os dias fluíam até que muito tranquilamente, ela podia ouvir a vida passando muito rapidamente, passando do seu lado e ficava ainda triste ainda pelo fato de que naquela ilha permanecessem agora somente pessoas idosas, todas um pouco melancólicas e unidas pelo mesmo sentimento de que fossem cortadas fora da vita que fluía nas cidades e entre a moda dos jovens que agora parecia que não precisavam mais deles.

Por este motivo Billie decidiu: Vou voltar para a cidade e abrir uma escola de dança para os idosos, mas não uma coisa “para velhos”, quero energia pura, eu quero a vida! Um grupo de hip-hop formado por apenas idosos! Dito e feito, Billie voltou para a sua cidadezinha da Nova Zelândia, e descobriu que realmente muitos idosos gostariam estar envolvidos no projeto, então logo se formou um grupo com a idade média de 80 anos (entre 65 e 92 anos) se divertindo todos os dias, foram convidados para “animar” eventos e festivais da cidadezinha, ganharam o Guinness Records e também participam de competições nacionais, as mesmas  que eram sempre frequentadas por jovens.

Eu apresento a vocês a Hip Op-eration crew:

 

FONTE: BAMZUM

Como o ballet ajuda no desenvolvimento da criança

O ballet é uma das atividades mais recomendadas para crianças e pode ser praticada por ambos os sexos. O ballet combina atividades físicas com musicalidade, lateralidade, coordenação motora e um pouco de teatralização, esta é considerada uma atividade bastante completa para as crianças. Além disso, o ballet auxilia na concentração, postura e ritmo, que são importantes para muitas outras atividades.

Nem todo mundo sabe, mas o ballet é considerado uma arte cênica, pois busca contar uma história através da evolução de uma dança e movimentos corporais, que exigem não só uma boa dedicação da criança, como também muita coordenação motora para se mover corretamente conforme a música.

O ballet pode ser praticado desde muito cedo, por crianças entre 3 e 4 anos. É nesta época que o sistema psicomotor da criança começa a assimilar melhor e fixar com mais facilidade os movimentos e os exercícios propostos Por ser uma ótima atividade para o corpo, o ballet contribui bastante no desenvolvimento do equilíbrio da criança.

O ballet trabalha tanto o corpo quanto a mente, ajudando no desenvolvimento infantil como um todo. Para crianças que têm dificuldade de concentração na escola, por exemplo, o ballet é uma atividade super indicada para auxiliar nessa questão, trabalhando diretamente em conjunto com a escola da criança.

A dança é um ótimo estimulante, principalmente no que diz respeito à circulação sanguínea e ao sistema respiratório. Crianças com problemas como bronquite e asma podem melhorar muito rapidamente devido a atividade cardiovascular que o ballet proporciona.

O ballet pode ser uma ótima atividade para crianças que apresentam sobrepeso, pois também é uma atividade aeróbica que favorece o aumento do gasto calórico. Atividades que envolvem dança já são consideradas ótimas técnicas para combater a obesidade infantil e o colesterol alto.

Crianças que apresentam problemas de postura podem melhorar muito ao praticar ballet, pois a atividade exige uma recorrente correção postural. A boa postura facilita a execução dos exercícios e a performance das crianças, o que faz com que ela acabe se auto corrigindo mesmo quando não esteja praticando as aulas de dança, que também colabora com o desenvolvimento muscular e formação da coluna.

O ballet ajuda a criança a aumentar a flexibilidade, resistência, agilidade e equilíbrio, além de melhorar seus reflexos, o que é ótimo, pois ela conseguirá praticar todo tipo de atividade física.

O ballet pode ajudar no desenvolvimento da sensibilidade das crianças, levando-as a se expressar melhor, principalmente no que diz respeito à socialização de crianças mais tímidas. A atividade também ajuda a relaxar e a liberar endorfina, que fazem bem não só ao corpo, como também a mente.

Crianças com problemas de autoestima, sintomas de stress ou ansiedade podem encontrar no ballet uma oportunidade de melhora, não só devido à atividade em si, mas também devido ao contato frequente com outras crianças.

 

FONTE: PETITE DANSE

OS BENEFÍCIOS DA DANÇA CIGANA

A Dança Cigana é esplêndida! Ela ajuda muito em desbloquear muitos os setores de nossos campos energéticos e físicos. Ajuda no bem estar, na consciência corporal, no relaxamento e nos sentimos mais mulheres com ela.

As músicas escolhidas para a dança também nos reportam a feminilidade e ao lado mais doce da vida, à paixão pela vida nos levando a nos envolver com essa atmosfera, do empoderamento feminino e do nosso próprio poder: o poder do Eu.

Nos homens desenvolve a capacidade de conduzir suas ciganas na dança, e levando isso para a vida prática ajuda no quesito relacionamento também!

Ajuda a aprender tanto nos homens quanto nas mulheres, a saber, conduzir e ser conduzido, a ser desejado, e, a saber, seduzir simplesmente e magnificamente pelo olhar, pela desenvoltura dos gestos. É uma dança cheia de atrativos com toda certeza!

E antes que você me pergunte a respeito da religião, rsrs, Não! a Dança Cigana, não é vinculada a nenhuma crença em si, e sabe porquê não? Porque os Ciganos são povos Nômades e junto com essa cultura de ir para um lado, ir para o outro, ou seja, ser filho do vento, “não ter paradeiro” (um lugar fixo de moradia, vamos assim dizer) eles também não se apegaram a nenhuma religião, e não são sintonizados com esse aspecto.

A Dança Cigana ela não se caracteriza por cunho espiritual, mas por cunho realmente de uma dança puramente como o Flamenco que é uma dança tradicional da Espanha, assim como o Samba é uma Dança tradicional do Brasil. E a Dança Cigana é uma Dança Cultural desse povo Nômade, tanto que dentro da dança Cigana não existe somente um tipo de dança cigana, existe a Dança Cigana Rom, a Dança Cigana Russa, A Dança Cigana Turca, a Dança Cigana Espanhola e assim se segue, pois vamos percebendo que o povo cigano não viveu em uma única região, eles fazem parte do mundo. E Portugal existem ciganos, na Espanha existem ciganos, Na Rússia existem Ciganos, no Brasil existem Ciganos! E em cada povo que passam seu modo de viver, de dançar vai se diferenciando.

A Dança por si só ela já é uma atividade física que traz benefícios ao corpo e ajuda na postura corporal, na capacidade respiratória, desenvolve a musculatura, libera Serotonina e Endorfina, ajuda na  reeducação postural, queima de calorias, entre outros diversos benefícios.

No que diz respeito ao campo emocional, a Dança Cigana dentre as outras danças, ela tem uma especificidade muitíssimo interessante: busca sintonizar os sentimentos mais profundos e intensos, eleva a capacidade e alegria de estar vivo, o encantamento do viver, trabalha questões de autoestima, expressividade, autoconhecimento, criatividade!

FONTE: RAQUEL FREIRE

Stiletto para homens: Pode?

A combinação entre jazz e hip hop subiu no salto e ganhou o nome de stiletto. Surgida na última década em escolas de dança na Broadway, em Nova Iorque, a modalidade nasceu de exercícios para treinar o equilíbrio de bailarinos e acabou se popularizando com o lançamento do álbum I Am… Sasha Fierce (2008), de Beyoncé. Nas performances dos clipes de Single Ladies e Diva, a cantora sobe no salto para fazer coreografias bem sincronizadas e sensuais.

Em Fortaleza, o stiletto começou a chegar nas academias em 2013. A modalidade, porém, segue pouco conhecida e os professores ainda buscam alunos dispostos a perder a vergonha. “Agora que esse estilo está chegando aqui no Ceará, as pessoas ainda estranham quando escutam que as academias oferecem também essa dança”, diz o coreógrafo e bailarino Fernando Montez, que ensina no Espaço Brasil Escola de Dança.

Segundo Fernando, os homens são maioria nas aulas de stiletto em Fortaleza. “Acho que os meninos se arriscam mais. O salto ajuda na postura deles e serve até para ajudar quem conduz mulheres na dança de salão”, completa. Se para os homens o maior desafio é aprender a andar com alguns centímetros a mais, para as mulheres o mais complicado é mudar a postura, explica o professor. “É difícil sensualizar em cima do salto”, diz, defendendo que quem engata nas aulas acaba aprendendo.

 

A proposta do estilo é usar as mãos, os pés, os ombros, os quadris e todo o resto do corpo de forma sutil e suave. A sensualidade é explorada, sobretudo, com caras, bocas e olhares. Outra característica é o jeito de andar, com leveza e força, em passo que se assemelha ao dos desfile de moda.

“Stiletto é um conjunto de postura e muito carão”, sintetiza o coreógrafo Felyx Nettho, que conheceu a modalidade durante viagem para São Paulo, em 2009. Naquele ano, os bailarinos brasileiros ainda tentavam entender as peculiaridades da dança. “Trabalha muita expressão corporal. É a combinação perfeita de jazz e hip hop”, diz. Ele defende que, com treinamento, o “glamour do salto” é acessível a todos. “O que eu mais gosto no stiletto é que a gente consegue trabalhar muitas partes do corpo e de forma conjunta”, diz ele, que atualmente tenta formar turma e confirma o maior interesse entre homens.

Arma contra a timidez

Apesar da predominância masculina nas aulas em Fortaleza, a gerente Natália Pereira, 21, que iniciou na modalidade há um mês, defende que o stiletto pode ser uma arma contra a timidez feminina em ambientes fitness. “Há bastante tempo eu queria fazer essa dança, mas eu não sabia o nome”, conta ela, que diz ter se encontrado no estilo. “Você melhora a resistência e ainda ajuda na coordenação motora”, celebra.

 

Para Natália, muitos meninos já chegam às academias “prontos”, enquanto as mulheres vão aprimorando e a sensualidade vai fluindo. “Eu vou continuar no stiletto até dançar tão bem quantos os professores”, se anima.

 

FONTE: O POVO